Escola do CAJU recebeu preparo de terra para implantação da horta escolar e comunitária

Escola do CAJU recebeu preparo de terra para implantação da horta escolar e comunitária

Até agora, a equipe da Casa da Agricultura, realizou dois tombamentos e aterramentos no terreno da EMEF Prefeito Celso de Barros Perche (CAJU), para a implantação do projeto da horta escolar e comunitária, nomeado “Aqui se planta, aqui se colhe”. O trabalho consiste em preparar o solo, fazer os canteiros e escolher as verduras e legumes que serão plantadas, de acordo com a cultura e estação do ano.

Para o prefeito Cido Ferrari, assim como a horta escolar da EMEF Helena Borsetti, do Distrito de São Lourenço do Turvo, que já está em funcionamento, trata-se de uma iniciativa exemplar que deverá inspirar outras instituições de ensino, públicas e privadas. “Por isso a Prefeitura, por intermédio do secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Luiz Gonzaga Bussola e da Casa da Agricultura darão o apoio técnico necessário à escola do ‘CAJU’, para criação e manutenção da horta.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Casa da Agricultura, Luiz César Manhani, responsável pelo apoio técnico, que inclui o suporte da tratorista Alessandra Salla, “como havia risco de cessão do alambrado, foi feito primeiro um aterramento, em seguida, o trator passou a grade aradora e finalizou com a niveladora”.

Mas, em razão das fortes chuvas, seguidas de mormaço, neste início de ano, o mato cresceu novamente. “Esperamos retomar o trabalho de preparo do terreno, após o ‘volta as aulas’, período em que conseguiremos inciar o plantio das hortaliças”, avaliou a diretora Celimara Inês Garbim Avelino.

Vale lembrar que, em consonância a proposição da horta, o vereador Paulo Augusto Bernardi apresentou o Projeto de Lei Nº 0107-2021 – aprovado pela Câmara Municipal – que cria o Programa “Horta nas Escolas – Educar para a sustentabilidade”.

Conforme explicou a diretora Celimara, a horta funcionará como um fio condutor do aprendizado dos estudantes, a medida que promove um processo de construção de saberes, em torno do plantio, cultivo, colheita, e posteriormente, a comercialização.

“Tivemos a colaboração do Biffi, que fez a medição separando a área onde será a horta e a ‘APP’ (Área de Preservação Permanente)”, contou Celimara.

E completa, “o avô de um aluno da escola, Sr. José Roberto Joaquim estará à frente dos trabalhos da horta, como voluntário”.

Neste sentido o secretário de Educação e Cultura, Alexandre Luiz Martins de Freitas, disse que: “cada escola tem sua cultura diferente, porque as pessoas são diferentes, por isso acredita-se que cada horta brotada trará uma identidade própria, fator que enriquecerá ainda mais o processo de construção do conhecimento”, refletiu o secretário.

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